quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

FlipBook



Muito popular no final do séc. XIX e princípios do séc. XX, o FlipBook é ainda hoje muito utilizado por curiosos, especialmente em ateliers de cinema de animação, nomeadamente junto das camadas mais novas da população.
Também conhecido por “Cinema de Bolso”, o FlipBook organiza uma sequência de imagens, em forma de pequeno livro que ao ser folheado rapidamente, revela uma animação mais longa que os anteriores brinquedos óticos.

Exemplos de Taumatrópios








Taumatrópio

O Taumatrópio foi inventado em 1824, por Peter Roget na sequência de um artigo apresentado por si à Royal Society de Londres intitulado The Persistence of Vision with Regard to Moving Objects onde abordava e discutia a sensação ilusória de se ver uma roda (de carruagem) rodar no sentido contrário do movimento normal de rotação. Trata-se de outro brinquedo ótico que nos permite explorar a combinação provocada pela sequência rápida de duas imagens.

Imagens recolhidas em http://pt.wikipedia.org/wiki/Taumatr%C3%B3pio
Imagem 1
Imagem 2
Animação com as duas imagens   

Exemplo de Folioscópio

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Folioscópio



O Folioscópio, derivado do latin "Folium (folha) + Skopein (examinar)" é um brinquedo ótico que surgiu por volta de 1830.
Trata-se do objeto mais simples para a criação de animações.
Vamos produzir um?


The Fly

Simplesmente soberbo. Um cássico para ser sempre revisto.

Animação ao vivo

Um exemplo de animação em menos de 10 minutos.


My Little World - Making OFF

My Little World

My Little World

My Little World é um trabalho ainda em produção, desenhado à mão e produzido de forma independente. Iniciado em 2000 é, atualmente, um trabalho experimental com conclusão prevista para a primavera/verão de 2013.

Persistência Retiniana - 3

Persistência Retiniana - 3


Persistência retiniana - 1

 Persistência Retiniana

Persistência da visão, persistência retiniana ou retenção retiniana designa o fenómeno ou a ilusão provocada quando um objecto visto pelo olho humano persiste na retina por uma fracção de segundo após a sua percepção. Assim, as imagens projectadas a um ritmo superior a 16 por segundo, associam-se na retina sem interrupção.
Segundo essa teoria, ao captar uma imagem, o olho humano levaria uma fracção de tempo para "esquecê-la". Assim, quando os fotogramas de um filme de cinema são projectados na tela, o olho misturaria os fotogramas anteriores com os seguintes, provocando a ilusão de movimento: um objecto colocado à esquerda num fotograma, aparecendo à direita no fotograma seguinte, cria a ilusão de que o objecto se desloca da esquerda para a direita.
Estudos mais recentes comprovam que a visão é mais complexa e que essa explicação não é inteiramente correcta. Sabe-se hoje que a ilusão de óptica provocada pela exibição de imagens em sequência se divide entre o movimento beta e o movimento phi. Avanços nas áreas da fisiologia e neurologia procuraram demonstrar já nos anos 70 que a persistência da visão seria um mito. Hoje ainda o conceito é usado, especialmente por teóricos do cinema.
Pode defender-se que de facto o fenómeno existe, visto que a percepção é todo um processo que envolve não só o órgão perceptor como também o cérebro, que interpreta essa percepção e subjectivamente a retém: a retina é um elemento indissociável do cérebro.
Os filmes ou sequências de imagens em vídeo mostram o movimento mais suave e menos saltitante. Um filme de celulóide é rodado a 24 fotogramas por segundo. Hoje o vídeo digital (ou DV, digital video) é gravado a 25 (Europa) ou 29.97 q/s (cerca de 30 quadros por segundo - EUA).
O fenómeno da persistência retiniana foi pela primeira vez contrariado pela teoria da Gestalt, que o interpreta como um trabalho do cérebro, que associa imagens distintas, podendo criar assim a ilusão do movimento.

Adaptado de : http://pt.wikipedia.org/wiki/Persist%C3%AAncia_de_vis%C3%A3o